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Impasse entre governo e servidores segue em 12 categorias

Entidades representativas recusam proposta e mantêm greve

Publicada em 31/08/2012 13h06m
Atualizada em 31/08/2012 13h07m


Greve dos policiais federais é por tempo indeterminado

O impasse entre governo e servidores públicos federais (SPFs) continua em 12 categorias do funcionalismo. O principal imbróglio apresentado é a inexistência de uma proposta que realmente atenda às reivindicações das categorias, o que, por sua vez, provoca a manutenção da greve por tempo indeterminado. Entre essas categorias estão os docentes das Instituições Federais de Ensino (IFE), que apresentaram uma contraproposta ao governo no último dia 22 e seguem mobilizados cobrando a reabertura das negociações. Na maioria dos casos a proposta do governo foi de reajuste de 15,8% escalonado em três anos a partir de 2013, índice que não cobre, sequer, a inflação estimada para o período.

Além dos docentes das IFE, outra das categorias que recusou a proposta do governo e mantêm a mobilização são os policiais federais. Segundo informações da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), a greve da categoria é por tempo indeterminado, sendo que os únicos serviços mantidos são de segurança de instalação, custória de presos e emissão de passaportes emergenciais.

Também sem acordo com o governo estão os servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Apesar da propostas de “reajuste diferenciado”, os servidores do INCRA recusaram o oferecido pelo governo.

Além de docentes, servidores do INCRA e policiais federais, continuam sem acordo com o governo os auditores e analistas da Receita Federal, os servidores do núcleo financeiro (Banco Central, Superintendência de Seguros Privados e Comissão de Valores Mobiliários), das agências reguladoras, do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), analistas de infraestrutura que atuam em 18 ministérios, auditores do Trabalho e Polícia Civil de ex-territórios.

Governo ataca grevistas

Uma das medidas que o governo insiste em impor contra os grevistas é o corte do ponto dos dias paralisados. Segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte do ponto trata-se de um “custo” da greve que os servidores devem assumir. Além disso, a ministra declarou que a devolução dos valores descontados só será feita com a apresentação de um calendário de reposição dos dias parados. Tal calendário, contudo, deverá ser aprovado pelo Ministério do Planejamento previamente.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Valor Econômico
Edição: Rafael Balbueno
Assessoria de Imprensa da SEDUFSM

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