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15/04/2020   15/04/20 16h21 | A+ A- | 458 visualizações

UFSM: técnicos se dividem entre estresse do isolamento e o trabalho remoto

Expectativa para depois da pandemia é de que haja um legado de valorização do investimento público


Entrada do campus da UFSM

Quando questionados pela reportagem da Sedufsm, não há, entre os segmentos da UFSM, quem esteja absolutamente tranquilo em meio ao isolamento social. No caso dos docentes, assim como no caso dos estudantes, e agora, ouvindo também os técnico-administrativos (TAEs), as impressões são diversas. Elas misturam uma relativa tranquilidade, com um pouco de estranhamento e estresse. No caso dos TAEs, muitos deles precisam dar conta de tarefas na forma remota. Para alguns, a situação é considerada produtiva, mas para outros, nem tanto, e aí, em alguns casos, resta aproveitar esse distanciamento dos afazeres cotidianos na universidade para livros, filmes.

Perguntados sobre o que esperam para o futuro, após a pandemia, tanto da universidade, como do país, as respostas foram variadas, mas vão desde o desejo de que os laços entre as pessoas, com mais empatia, saiam fortalecidos, a partir da consciência de que a presença física é fundamental; que a ciência seja cada vez mais valorizada; e, num viés para uma leitura do que será o Brasil, há a esperança de que seja mudada a visão da maioria dos governantes, hoje calcada na redução do tamanho do Estado, com a carência de investimentos. O avanço da pandemia demonstrou que recurso público é essencial para áreas como saúde, educação, ciência e tecnologia, além de outros setores.

Gléce Kurzawa, servidora na Unidade de Apoio Pedagógico do Centro de Educação, considera que o isolamento por si só já é estressante. Ainda mais para alguém que, como ela, é “agitada por natureza”. Para evitar esse estresse constante, ela diz que procura manter-se em atividade, para ter a corpo e a mente ativos. E, assim, participa de reuniões de trabalho em grupos de whatsapp, e também em outras plataformas virtuais. O contato com a direção do CE, mesmo virtual, é constante, destaca Gléce.

Sobre o futuro, a técnico-administrativa avalia que deverá haver um avanço no uso de alternativas como o trabalho remoto e a educação a distância. Gléce acredita também que deverá haver, por parte da sociedade, uma “busca por sustentabilidade e cobrança para que sejamos mais responsáveis socialmente”. Outras mudanças que ela espera que ganhem força são mais “espirituais e utópicas”.

O jornalista Candido Otto da Luz, que atua junto à Rádio Universidade há 30 anos, e apresenta todas as manhãs o programa “Redação Aberta”, enfrenta uma rotina diferente. Acostumado a acordar às 4h da madrugada, para se deslocar de ônibus até o campus de Camobi, ele mantém esse horário, mesmo agora, em isolamento social. Prestes a completar um mês em casa, Candido, que não tem possibilidade de apresentar o programa de sua residência, ocupa o tempo lendo e vendo filmes. Sedentário assumido, admite que já engordou alguns quilos nessas últimas semanas.

Insegurança e investimentos públicos

Sandra Elisa Réquia, responsável pelo setor de Infraestrutura, no Centro de Ciências Rurais (CCR), comenta que o isolamento social a que está submetida segue com tranquilidade. Ela diz que procura seguir todas as recomendações dos profissionais de saúde, como sair com máscaras e luvas, e evitar fazer ou receber visitas. Sandra não tem como trabalhar de forma remota, pois a sua tarefa cotidiana, como organizar todas as salas de aula, os banheiros, os auditórios, locais de convivência, não é necessária no momento em que não há aulas. No entanto, devido ao fato de ser aluna do doutorado em Educação, ela segue cumprindo tarefas inerentes à pós-graduação.

Sobre o futuro, ela o percebe com bastante insegurança, especialmente a economia. Todavia, Sandra espera que os governos (em todos os níveis) organizem a vida da população da melhor maneira possível, com a boa utilização dos impostos. E, daqui em diante, pensa a servidora, caberá à população obedecer às regras que, neste momento, “devem ser ditadas pela ciência”.

Para o técnico-administrativo Jeferson Fener Silva, que atua junto à biblioteca setorial do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), o período de isolamento social está tranquilo e relativamente produtivo. Segundo ele, não são todas as tarefas que podem ser realizadas de maneira remota.

Em relação ao futuro, o servidor acredita que a UFSM vai se mover para uma maior abertura nas questões de trabalho remoto e atividades a distância. E que também irá rever “suas prioridades em relação a investimentos”. Quanto ao país, entende que “haverá uma mudança de visão sobre a importância dos serviços públicos”.

Repensar a universidade e o país

Mauro Nascimento Pereira, que também atua junto à biblioteca setorial do CCNE, afirma que o isolamento social está tranquilo, por permanecer em casa, e não estar realizando home office. Sobre os cenários, após o fim da pandemia, Mauro acredita que a universidade e o país terão que ser repensados após esse período. Para ele, o maior legado de toda essa situação dramática será perceber a importância do investimento público em todas as áreas, e a relevância da universidade pública.

A servidora Cassiana Marques da Silva, que atua junto à Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor, órgão vinculado à Progep, visualiza que as perspectivas serão de um forte trabalho pessoal e de equipe para que “tenhamos paciência, resiliência para seguir nossa conduta laboral, até que tudo vá se normalizando gradativamente”. Sobre como está o seu dia a dia, no distanciamento social, ela comenta que está tranquilo e produtivo, na medida do possível. “Meu contato está sendo com meu esposo e meu pai. Também produtivo, pois estou conseguindo organizar alguns processos de trabalho, e a minha casa, o que não consigo fazer no dia a dia, tampouco nas férias”.

Cassiana está realizando trabalho remoto e conta que “meu setor montou uma força tarefa, com atendimento via telefone (celular), e-mails, reuniões on-line e novos grupos foram criados no WhatsApp para demandas específicas”.

Estresse e as motivações para evitá-lo

Jaíne Vasconcellos, além de doutoranda em Medicina Veterinária na UFSM, também é servidora técnico-administrativa, e no momento atuando na secretaria do programa de pós-graduação em Filosofia. Ao responder sobre a experiência do isolamento social, ela diz que “alguns dias são um pouco mais estressantes, mas de maneira geral, entender o motivo pelo qual estamos em distanciamento social me ajuda a lidar com tudo isso”. Jaíne afirma que esse período “tem sido bastante produtivo, pois apesar de toda a situação, estou conseguindo colocar algumas tarefas que estavam paradas em dia”.

Sobre o trabalho em home office, ela explica que ele está acontecendo, e é dessa forma que continuam sendo viabilizadas as bancas de defesas, por exemplo. A servidora vê como um dos pontos negativos situações em que se fica na dependência de outros setores. Além de tudo, ela é mãe, o que significa uma demanda além das profissionais.

Em relação ao futuro, Jaíne antecipa alguns problemas na universidade como na adequação de datas, calendários, etc., e sobre o Brasil, ela pondera que, talvez, o principal efeito poderá ser visto no cenário político, e não no econômico. “A forma como os gestores estão lidando com a pandemia, ao meu ver, será definitiva para as próximas eleições”.

Leia, abaixo, a íntegra dos depoimentos. No total, são sete técnicos e técnicas, sendo quatro mulheres e três homens, escolhidos aleatoriamente.
 

Gléce Kurzawa

Pedagoga, técnico-administrativa atuando na Unidade de Apoio Pedagógico do Centro de Educação - UAP Rede Integrare.

Como está o isolamento social?

O isolamento por si só é estressante. Apesar de procurar manter a tranquilidade, sou uma pessoa agitada por natureza e, às vezes, acabo perdendo a paciência. Aí a saída é procurar manter a mente e o corpo ativos, seja nas atividades do trabalho (reuniões, chats em grupo, whatsapp, procurando material para postagem, dicas, reportagens, livros, etc) seja nas atividades do dia a dia (cozinhar, limpar, etc.).

Tem trabalhado de forma remota (home office)?

Sim. A proposta da atividade remota, no caso da UAP é uma intensificação do trabalho que fazemos na UFSM. Lá, além deste contato virtual, também temos o corpo a corpo, falando com a comunidade, passando nos setores, nas salas de aula, nas atividades. No home office, as ações são restritas ao virtual, mas não menos intensas. Procuramos manter a página da UAP atualizada com as orientações recebidas do Ministério da Saúde, do MEC, e da própria instituição, além de material diferenciado com dicas de leitura, vídeos, eventos, etc. Também mantemos contato com a Direção e comunidade através das reuniões (que surpreendentemente estão sendo bastante produtivas) e atendimento aos alunos e alunas. Como ponto positivo, destaco a alfabetização digital em massa que está ocorrendo em função do isolamento. Aquelas pessoas que nunca se interessaram pelas tecnologias, hoje estão buscando formas de aprender. Isso é muito importante, pois vivemos em plena era digital, e muitos docentes não tiravam proveito das tecnologias.  Como ponto negativo, destaco a solidão, recorrente para quem mora sozinho e está longe da família. Isso me preocupa, ainda mais no caso dos alunos e colegas que já tinham apresentando algum histórico de depressão.

Perspectivas da universidade e do país após essa pandemia

Penso que será um marco de mudança em todas as áreas. Claro, muitas destas mudanças já estavam em curso, como o trabalho remoto e a educação a distância. Acredito que a busca por sustentabilidade e a cobrança, por parte da sociedade, para que sejamos mais responsáveis socialmente também resulte desta pandemia. Outras mudanças que espero são mais espirituais e utópicas e talvez agora ganhem força. Posso citar o fortalecimento de valores como solidariedade, empatia e justiça social.

Candido Otto da Luz

Jornalista. Atua produzindo e apresentando programas na Rádio Universidade.

Como está o isolamento social?

Nos primeiros dias, meu isolamento social foi estranho. Primeiro pelo ineditismo, segundo porque gosto de trabalhar. Levanto cedo, às 4h, saio (saía, entenda-se) de casa às 5h45 para pegar o ônibus. O horário de levantar continua o mesmo. Minha esposa também está em isolamento. Hoje, dia 13 de abril, faz 27 dias que não saímos de casa. No meu caso, estou aproveitando para arrumar minha estante de livros e DVDs. Tenho aproveitado para ler livros que comprei e ainda não tinha lido (são muitos); ver/rever filmes em DVD (tenho mais de mil). Tenho lido uma média
de 1 livro por dia e assistido 2 ou 3 filmes diariamente. Além disso, tenho mantido contato com amigos e colegas de trabalho por e-mail e/ou facebook.  Aumentei meu consumo de cigarro e cerveja (delivery). Não faço exercícios. Sou sedentário. Já devo ter engordado uns 5 ou 6 quilos.

Faz trabalho remoto (home office)?

Não faço.

Perspectivas da universidade e do país após a pandemia.

Espero que o retorno ao trabalho seja breve. Trabalho há 41 anos na UFSM, sendo 30 na Rádio Universidade. Sinto muita falta do dia-a-dia, o contato com os colegas e, principalmente, do meu trabalho, dos meus programas. Muita falta mesmo. Poderia ser umas férias, mas não é. Tirei férias em janeiro.

Sandra Elisa Réquia

Servidora do Centro de Ciências Rurais, chefe do Núcleo de Infraestrutura. Também é aluna do doutorado em Educação.

Como está o isolamento social?

Meu isolamento social está tranquilo. Entendo que ele é necessário e estou fazendo tudo conforme orientações dos profissionais da saúde. Saio o estritamente necessário com luvas e máscaras. Não recebo visitas e nem visito ninguém. Produzo muito, pois estou em vias de terminar minha tese de doutorado, trabalho como tutora de um curso EAd e estou realizando o meu trabalho a distância, respondendo e-mails e providenciando o que me solicitam. Estou organizando também um curso para ser ministrado aos TAEs, a distância, pelo Moodle.

Faz trabalho remoto (home office)?

Como eu sou responsável pela infraestrutura dos prédios ligados ao CCR, não há o que fazer, pois organizamos todas salas de aula, banheiros, auditórios e locais de convivência para o início das aulas. Então, está tudo organizado e não está sendo ocupado devido ao cancelamento das atividades presenciais. Outro trabalho que está sob a minha supervisão é a organização de viagens de estudos, mas sem aulas, essas viagens também estão canceladas. No momento, estou organizando o arquivo do setor, respondendo e-mails e planejando um sistema on-line de agendamento de viagens em casa. Neste sentido está bem positivo, pois são coisas que nunca tenho tempo de fazer em serviço normal.

Perspectivas da universidade e do país após a pandemia

Vejo tudo isso com muita insegurança (economia), mas com a posição de que cabe ao governo federal, de estados e municípios organizarem a vida da população da melhor maneira possível, pois os impostos que pagamos (e não é pouco) devem ser utilizados em momentos como esse. À população cabe obedecer as regras que, neste momento, devem ser ditadas pela ciência.

Jeferson Fener Silva

Técnico-administrativo que atua junto à biblioteca setorial do CCNE.

Como está o isolamento social?

Tranquilo. Produtivo (dentro dos limites possíveis) e do perfil do setor.

Faz trabalho remoto (home office)?

Dentro das necessidades e possibilidades, sim. Alguns acessos e questões não podem ser feitos de forma remota. Outras demandas encaminhadas demoram para ter retorno.

Perspectivas da universidade e do país após a pandemia.

Penso que a UFSM vai se mover para uma maior abertura nas questões de trabalho remoto e atividades a distância - videoconferências, etc. Vai rever suas prioridades em relação a investimentos. No país, haverá uma mudança de visão sobre a importância dos serviços públicos, principalmente sobre o SUS, áreas da pesquisa e educação.
 

Cassiana Marques da Silva

Pedagoga, mestre em gestão pública. Atua junto à Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida, da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

Como está o isolamento social?

Na medida do possível, tranquilo. Meu contato está sendo com meu esposo e meu pai. Também produtivo, pois estou conseguindo organizar alguns processos de trabalho e a minha casa, o que não consigo fazer no dia a dia, tampouco nas férias.  Além de ter me dedicado a ajudar os profissionais que estão em trabalho nessa época de pandemia, com campanhas de alimentos.

Tem trabalhado de forma remota (home office)?
Sim. Desde o dia 16 de março estamos em trabalho remoto. Meu setor montou uma força tarefa, com atendimento via telefone (celular), e-mails, reuniões on-line e novos grupos foram criados no WhatsApp para demandas específicas.

Pontos negativos: Estruturar o trabalho junto à equipe. Em um primeiro momento houve um estranhamento.

Pontos positivos: Dar continuidade às demandas (através do acesso remoto), evitando acúmulo de atividades, podendo atender ao nosso público alvo mesmo de “casa”.

Perspectivas da universidade e do país após a pandemia.

Vejo a condução da situação pela instituição de forma muito positiva e esclarecedora. No entanto, a ansiedade dos sujeitos no retorno será inevitável. Por mais que os fluxos de trabalho em grande parte estão seguindo o curso, tendo em vista o trabalho remoto, o ser humano necessita do presencial, do contato, da certificação de que sua demanda está sendo atendida. Por isso, acho que as perspectivas serão de um forte trabalho pessoal e de equipe para que tenhamos paciência, resiliência para seguir nossa conduta laboral, até que tudo vá se normalizando gradativamente. Será como num primeiro dia de trabalho ou de aula: muita ansiedade, perspectivas, fantasias, expectativas.

Mauro Nascimento Pereira

Servidor, atua junto à Biblioteca Setorial do CCNE.

Como está o isolamento social?

Tranquilo. Produtivo no que se refere a atividades de ordem pessoal.

Faz trabalho remoto (home office)?

Não. 

Perspectivas da universidade e do país após a pandemia.

A Universidade, bem como o país, devem ser repensados no período pós-pandemia. Especialmente no que diz respeito ao financiamento às universidades, no que se refere às pesquisas, ensino e extensão, bem como a autonomia.

O país, após esse período, deverá ter sua política avaliada. Qual o tamanho de Estado que se quer, mantendo um estado mínimo, com diminuição de investimentos sociais (saúde, educação, saneamento, segurança) e concentrando riquezas, ou aquele Estado voltado a aportar grande porcentagem do PIB para pagar juros da dívida. A saúde sempre foi problemática, sempre deixada como um problema menor. Esta pandemia deveria vir com uma correção de rumo e tê-la como um divisor de águas, aproveitando e já pensar o pós-pandemia e onde (re)alocar estes equipamentos que estão sendo adquiridos, e já reestruturar a rede hospitalar tão logo ela passe.

Jaíne Vasconcellos

Assistente em administração, secretária do Programa de Pós-graduação em Filosofia e doutoranda em Medicina Veterinária na UFSM.

Como está o isolamento social?

Alguns dias são um pouco mais estressantes, mas de maneira geral, entender o motivo pelo qual estamos em distanciamento social me ajuda a lidar com tudo isso. Tem sido bastante produtivo apesar de toda a situação, estou conseguindo colocar algumas tarefas,  que  estavam paradas em dia. E tentando manter minha alimentação e rotina de exercícios.

Tem trabalhado de forma remota (home office)?

Sim. Tenho trabalhado. Como ponto positivo temos a questão de manter as atividades em dia, o programa andando, as defesas acontecendo. Como ponto negativo temos algumas atividades que dependem de outros setores. Além disso, nós, que temos filhos, sabemos o quanto é difícil dividir o tempo para fazer tudo.

Perspectivas da universidade e do país após a pandemia.

Com relação à Universidade, é difícil dizer, mas surtos e pandemias sempre deixam ganhos referentes a aprendizados, a valorizar as pesquisas.  Pontualmente, teremos questões de calendário, datas, etc. Com relação ao país, talvez o principal seja visto no cenário político e não econômico. A forma como os gestores estão lidando com a pandemia, ao meu ver será definitiva para as próximas eleições. Sou bastante otimista. Acho que as coisas não serão mais vistas da mesma maneira, mas acredito que mudanças positivas serão provocadas.

Texto: Fritz R. Nunes

Fotos: Arquivo e arquivos pessoais

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 



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