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29/06/2020   29/06/20 11h30 | A+ A- | 227 visualizações

28 de junho: resistência LGBTTI+ contra autoritarismo do governo

Conheça algumas ações voltadas à comunidade LGBTTI+ na UFSM


ANDES-SN produziu documentário com narrativas de docentes LGBTTI dentro do sindicato

No último domingo, 28 de junho, celebrou-se o Dia do Orgulho LGBTTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais). A data faz referência à Revolta de Stonewall, ocorrida há 51 anos na cidade de Nova Iorque, quando, após repetidas batidas policiais num bar chamado Stonewall Inn, um grupo de pessoas composto pela comunidade LGBT trancou os policiais no estabelecimento, numa atitude de resistência após quatro noites de ataques violentos contra os frequentadores do local. Foram quatro dias de batalha, em que fecharam as ruas com barricadas, enfrentaram a polícia e ganharam apoio da população e dos movimentos sociais.

Um ano depois foi organizada uma passeata para relembrar a batalha travada nas ruas no entorno do Stonewall, dando início assim às Paradas do Orgulho LGBT ao redor do mundo.

Em seu site, a CSP-Conlutas diz que a força e a importância deste episódio histórico até hoje é um exemplo para a luta contra a opressão em todo o mundo. Nesta data, a comunidade LGBTTI+ reforça que ainda existe muito a avançar no combate à LGBTfobia.

Brasil

No ano de 2019, o Brasil registrou 329 mortes de pessoas LGBTTI+, o que representa uma morte a cada 26 horas. Os dados são do relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB). Foram 297 homicídios e 32 suicídios.

O país também é um dos que mais mata travestis e transexuais. Entre 2008 e 2016, ao menos 868 pessoas trans e travestis foram mortas, de acordo com dado publicado pela ONG Transgender Europe (TGEu).

Já o governo de ultradireita de Bolsonaro aprofunda ainda mais o preconceito contra os LGBTs com sua política declaradamente preconceituosa e lgbtfóbica, que agravam a discriminação, exclusão social e violência contra este setor. Sem contar que as LGBTTI+ sofrem com ainda mais força as políticas ultraliberais que aumentam o desemprego, o subemprego e a informalidade.

Neste sentido, o Setorial LGBT da CSP-Conlutas aponta que o movimento sindical deve seguir ombro a ombro com os movimentos sociais para romper com essa lógica capitalista responsável por oprimir esses setores da classe trabalhadora.

Como parte das ações para a data, o Setorial LGBT da CSP-Conlutas relançou a cartilha feita em 2019, que destaca os diversos ataques contra as LGBTQI+ e alerta sobre como o capitalismo e os governos autoritários e opressores agem para manter a discriminação e a violência contra esses setores. Acesse aqui a cartilha.

Medidas de acolhimento na UFSM

Em seu site, a UFSM divulgou algumas ações e projetos existentes no âmbito da universidade para acolher e promover discussões com a comunidade LGBTQI+ (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros, queer e intersexuais). Uma delas é o Grupo de Vivências LGBTQIA+, projeto de extensão coordenado pela professora Cláudia Kessler, do departamento de Ciências Sociais, com a participação da psicóloga Fernanda de Oliveira Alves. Antes da pandemia, o grupo funcionava com encontros semanais, todas às quartas, às 17h30, na Satie-Prae, em cima do Restaurante Universitário. Desde o início da pandemia, porém, as atividades presenciais do grupo estão suspensas e a reunião semanal foi substituída por um grupo no Whatsapp para trocar informações.

Outra ação promovida pela UFSM desde 2015, a partir da resolução nº 010, é a garantia do uso do nome social por travestis e transexuais. O nome social pode ser utilizado em cadastro de dados e informações de uso social; comunicações internas; endereço eletrônico; crachá; lista de ramais e nome de usuários em sistemas de informática. Para solicitar a inclusão ou retirada do nome social, servidores e alunos devem protocolar um requerimento no Departamento de Arquivo Geral da UFSM. Menores de 18 anos devem apresentar uma autorização, por escritos, dos responsáveis legais.

Coletivo Voe

Ligado ao Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o Coletivo Voe é formado por estudantes, pesquisadores e ativistas que, reunidos em prol da defesa da diversidade sexual e de gênero, promovem espaços de formação sobre gênero, corpo e sexualidades.

Relatos de vivências em vídeos

Em 2019, para marcar o Dia do Orgulho LGBTQIA+, foi lançada uma série de vídeos que relatam as vivências de pessoas de diversas identificações de gênero e orientações sexuais. Produzidos pelo Projeto Diversidade, TV Campus e Estúdio 21, os vídeos trazem depoimentos de sete pessoas, abordando diversos assuntos do cotidiano, como mercado de trabalho, nome social, autoidentificação, descoberta/aceitação, movimento LGBT+ na cidade, padrão de beleza, preconceito e religião.

*As diferentes nomenclaturas (LGBTTI+ e LGBTQIA+) foram empregadas nesta matéria tendo em vista seu emprego originalmente utilizado nos sites consultados. 

ANDES-SN

O ANDES-SN lançou, em 2018, o documentário "Narrativas docentes: Memória e Resistência LGBT". A produção, que buscou visibilizar as trajetórias da militância das Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) no movimento docente, atendeu deliberação do 36º Congresso da entidade. Assista aqui.

Outra luta encampada pelo Sindicato Nacional em favor da diversidade é a resistência contra o Projeto de Lei que objetiva instituir o Escola sem Partido.

 

Fontes: CSP-Conlutas e UFSM

Imagens: ANDES-SN e UFSM

Edição: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm



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