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24/07/2020   24/07/20 13h57 | A+ A- | 407 visualizações

Dica na quarentena: professor recomenda romance ‘Wilde em Berneval’

Vitor Biasoli estreia texto com dica cultural. Aceitamos outras sugestões de filme, livro ou música


Werlang: o autor e sua obra

Sextou!
Estreamos nesta sexta, 24, um espaço de dicas culturais para a quarentena. Na primeira edição, a sugestão é do professor aposentado do departamento de História da UFSM, Vitor Biasoli, ele também  cronista e escritor. E na primeira dica, Biasoli apresenta detalhes que lhe chamaram a atenção no primeiro romance de Gérson Werlang, que além de docente da UFSM, também é músico, tendo se destacado durante muitos anos na banda ‘Poços & Nuvens’. Fiquem com a dica de Vitor Biasoli.

“Wilde em Berneval

Gérson Werlang, professor nas áreas de Música e Letras na UFSM, acaba de lançar o seu primeiro romance: Wilde em Berneval (Editora Coralina, 215 p.). O romance tem como personagem o dramaturgo e romancista irlandês Oscar Wilde (1854-1900) e é constituído por um conjunto de cartas-diário escritos pelo próprio Wilde. Com grande habilidade, o autor recorta alguns meses da vida do dramaturgo e aí concentra a sua trama.

O ano é 1897, Oscar Wilde tem 42 anos e acaba de cumprir dois anos de prisão e trabalhos forçados por “atos imorais” (homossexualismo). Ele abandona a Inglaterra, onde vivera até então, vai para a França e se instala na pequena aldeia de Berneval, no litoral da Normandia, por alguns meses. Sua vida está destroçada – a carreira e a fama de escritor, seu casamento com Constance, o contato com os filhos, a relação com Bosie (Lord Alfred Douglas, o rapaz que foi o pivô do processo que o levou à prisão) – e o autor medita a respeito de sua vida num conjunto de cartas-diários, enquanto procura desvendar um crime acontecido na aldeia e se envolve com uma pianista.

Meditações melancólicas, registros do cotidiano, a investigação do crime, da relação com a pianistas, com algumas vezes tiradas maliciosas e irônicas como bem aponta Ignácio de Loyola Brandão na apresentação. Se o leitor tem algum conhecimento a respeito de Wilde, terá a impressão de estar lendo as próprias palavras do romancista de O retrato de Dorian Gray, do dramaturgo de O leque de Lady Windermere, e interromperá a leitura para conferir se está diante de um texto de ficção ou de um autêntico diário de Wilde... Gérson Werlang convence o leitor e, nesse conjunto de cartas-diário escritas na beira do mar, sintetiza o dilema de Oscar Wilde ao longa da sua vida: o de articular a sua preferência por ambos os sexos, que o atraem com intensidade e o satisfazem de modos diferentes”.



Vitor Biasoli

 

Edição: Fritz R. Nunes

Imagens: Arquivo

Assessoria de imprensa da Sedufsm



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