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29/05/2015   29/05/15 17h27 | A+ A- | 1020 visualizações

Santa Maria tem ato em Dia Nacional de Paralisação

Diversos trabalhadores concentraram-se na Saldanha Marinho nesta sexta, 29


Ato em Santa Maria acompanhou calendário nacional deliberado pelas centrais sindicais

Diversas categorias de trabalhadores reuniram-se para um ato na manhã desta sexta-feira, 29, na Praça Saldanha Marinho, em Santa Maria. Acompanhando o calendário nacional traçado pelas principais centrais sindicais do país, entidades, sindicatos e movimentos sociais da cidade organizaram-se para marcar a data, denominada como Dia Nacional de Paralisações. Desde as 9h até início da tarde, houve concentração na praça central, onde ocorreram ações de panfletagem e falas que buscaram dialogar com a população acerca das investidas que vêm sendo feitas pelo governo federal contra os direitos dos trabalhadores.

Desses ataques, alguns ganharam destaque, como o Projeto de Lei (PL) 4330 (agora PLC 30/2015), das terceirizações, e as Medidas Provisórias (Mp’s) 664 e 665, que restringem o acesso a direitos como seguro-desemprego e abono salarial. Além disso, outras pautas específicas das categorias engrossaram a mobilização, a exemplo dos professores estaduais, que denunciam a negligência do governo de José Ivo Sartori (PMDB).

Na avaliação de Paulo Sérgio Weller, professor municipal e dirigente da CSP-Conlutas em Santa Maria, diz que a mobilização é um desdobramento das ações que vêm tramitando no Congresso Nacional e que retiram direitos dos trabalhadores. “Esse dia 29 é de defesa da pauta dos trabalhadores para desenvolver uma luta política, enfrentar esse congresso conservador e reverter as ações que estão sendo feitas nesse fórum. Nós saudamos esse movimento como sendo um processo de unidade da classe e a CSP-Conlutas está junto instrumentalizando essas ações”, avalia.

Gilmar Veroni Paim é diretor do Sindicato das Indústrias da Alimentação de Santa Maria e integrante da CUT-RS. Para ele, o ato desta sexta-feira foi positivo, pois congregou sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos. “Que o trabalhador possa entender o que significam essas MP’s que estão tentando colocar ‘goela abaixo’. Acredito que o trabalhador tem que ter mais informações porque essas medidas são passadas de forma distorcida pela mídia. Acho que o movimento começa por aqui”, opina Paim, ressaltando que a composição deste ano da Câmara dos Deputados é uma das mais conservadoras já vistas na política nacional.

Já Narendranath Martins Costa, diretor do Cpers em Santa Maria e representante da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), acredita que o ato desta sexta trouxe uma revitalização aos trabalhadores. “Os trabalhadores da iniciativa privada, nesse momento de crise e desemprego, veem possibilidade de perder o emprego e ficam mais recuados para fazer paralisação. Queremos que o movimento cresça”, pondera Costa.

Para Rafael Cabral Macedo, representante da Intersindical-Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora, é preciso que os sindicatos presentes no ato voltem para suas bases e dialoguem com suas categorias. “Nós da Inter temos a avaliação de que é necessário voltar para os locais de trabalho, a fim de pavimentar o caminho para a greve geral, pois só com os trabalhadores parados nos locais de produção e circulação de mercadorias que a gente consegue não perder os direitos e avançar rumo a novas conquistas”, diz o trabalhador da área da saúde.

Professores estaduais e o governo Sartori

Gilmar Nunes, professor estadual e representante da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, explicou que, para além das pautas nacionais, os professores do estado vêm travando uma luta com o governo de Sartori. “O governador pretende encaminhar algumas medidas de subtração de direitos da categoria dos professores. Nós precisamos como categoria iniciar movimento de construção de greve. O governo não vai sinalizar com nada positivo que possa arrefecer nosso ímpeto de lutar por direitos”, diz Nunes, salientando que a conjuntura também é oportuna para que outras categorias encampem movimentos paredistas.

Texto e fotos: Bruna Homrich

Assessoria de Imprensa da Sedufsm

 



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