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16/04/2021   16/04/21 16h24 | A+ A- | 781 visualizações

Dica cultural: professora sugere filme ‘Mucize’

Tatiana Joseph indica a sensibilidade de filme turco, disponível na Netflix


Sextou na quarentena! E nesta sexta, 15, a dica cultural vem da professora Tatiana Wonsik Recompenza Joseph, do curso de Dança da UFSM. A docente recomenda ‘Mucize’, filme da plataforma Netflix, que conta com muita singeleza e sensibilidade a história de Mahir, um professor turco e as agruras vivenciadas por ele lá nos idos dos anos 1960. Boa leitura e bom filme!  

“Por que assistir Mucize?

‘Mucize’ narra a história do professor Mahir, que vai ensinar em um vilarejo nas montanhas. Casado e com duas filhas, a esposa não quer acompanhá-lo e tenta convencê-lo a largar seu emprego e trabalhar para seu pai. Assim, Mahir defende sua dignidade afirmando “sou professor, um funcionário público. As crianças de lá também precisam de mim”. E continua sua ‘tese’ dizendo à esposa: “se eu não for, não receberei minha aposentadoria”.

Para chegar ao seu destino, Mahir cruza uma enorme distância, oferecendo ao espectador linda paisagem, sob primorosa fotografia. Antes de partir, é aconselhado a ‘tomar cuidado com os bandoleiros’. No caminho, é deixado no ‘meio do nada’ e tem que continuar seu percurso caminhando. Em uma espécie de épico às avessas, assim dá-se início à narrativa de ‘Mucize’, personagem que aparece desde o início do filme e vai aos poucos revelando um conjunto de situações inesperadas (ou ‘esperadas’), cheias de singeleza e uma terna sensibilidade. Os chamados ‘bandoleiros’ se revelam como os construtores da escola e ainda que não se possa esperar de Netflix uma opção que rompa completamente com os baluartes do capitalismo e seus padrões formatados e formatadores, é na contramão de narrativas tipicamente hegemônicas que ‘Mucize’ se apresenta de forma brilhante.

Deste modo, sem dúvida, há críticas necessárias a serem feitas a ‘Mucize’, mas devem ser consideradas à proporção das críticas à própria Netflix, esta plataforma ideológica com a qual temos que ter todos os cuidados.

Até os dias de hoje as imagens e a narrativa deste belo filme de 2h e 16 minutos que se passa na Turquia dos anos 60 se mantém vivos no meu imaginário, bem como a memória de rir e chorar durante um mesmo drama que, seja pelo seu humor enternecedor, seja pelo contato com outras formas de se narrarem as culturas e seus valores intrínsecos, seja pela excelente atuação de Mert Turak, surpreende.
‘Mucize’: eu recomendo.”



Tatiana Joseph
Professora do curso de Dança da UFSM, doutora e mestre em Artes, líder do Grupo de Pesquisa Linguagem, Arte do Movimento e Estudos da Dança (LAMED).


Edição: Fritz R. Nunes
Imagens:Arquivo
Assessoria de imprensa da Sedufsm



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