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03/02/2022   04/02/2022 10h43m   | A+ A- |   293 visualizações

Santa Maria tem ato por justiça para Moïse Kabamgabe

Manifestação acontece neste sábado, 5, às 16h, na Praça Saldanha Marinho


O assassinato brutal do trabalhador congolês Moïse Kabamgabe, espancado até a morte em um quiosque na Barra da Tijuca (Rio de Janeiro), suscitará atos em todo o país neste sábado, 5 de fevereiro. Em Santa Maria, o protesto, intitulado “Basta de genocídio do povo preto! Justiça por Moïse Kabamgabe”, inicia às 16h, na Praça Saldanha Marinho. Saiba mais informações no evento de Facebook.

Na mesma data, a comunidade congolesa promoverá, junto a familiares de Moïse, um ato em frente ao quiosque Tropicália, onde ele foi morto. Protestos em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá e Porto Alegre já estão confirmados. Trata-se, para entidades, movimentos sociais e parlamentares, de um crime de racismo e xenofobia. Em anexo ao final desta página é possível ler o manifesto divulgado pelas centrais sindicais em denúncia ao assassinato de Moïse.

"As Centrais Sindicais se somarão neste contundente pedido por justiça. Em cada região, chamamos a somar e fortalecer os atos que estão sendo organizados. Nos solidarizamos com os familiares de Moïse bem como com todos os imigrantes, sobretudo aqueles que buscam segurança e inserção social no Brasil. Vamos à luta por justiça por Moïse Kabagambe. Basta de racismo, xenofobia e genocídio negro!", aponta trecho da nota. 

"Espero que não caia no esquecimento"

“Eles quebraram as costas do meu filho, quebraram o pescoço. Eu fugi do Congo para que eles não nos matassem. No entanto, eles mataram o meu filho aqui como matam em meu país. Mataram o meu filho a socos, pontapés. Mataram ele como um bicho [...] Espero que esse caso não caia no esquecimento, como tudo cai”, disse, em entrevista ao jornal O Globo, Ivana Lay, mãe de Moïse.

Vídeos registrados no quiosque onde o crime ocorreu mostram cinco homens espancando Moïse, que, segundo relatos de familiares, foi até o local parar cobrar salários atrasados no valor de R$ 200, referentes a dois dias de trabalho como garçom no quiosque. Moïse tinha 24 anos e chegara ao Brasil ainda menino, aos 11. Seu atestado de óbito sinaliza traumatismo do tórax com contusão pulmonar provocada por ação contundente como causa da morte.

 

Texto: Bruna Homrich

Imagem: Divulgação

Assessoria de Imprensa da Sedufsm

 

 

 

 

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