Diretoria da Sedufsm repudia cortes no orçamento da universidade SVG: calendario Publicada em 07/01/26
SVG: atualizacao Atualizada em 07/01/26 13h13m
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Sindicato ressalta que educação não deve fazer parte de disputa orçamentária e frisa que seguirá pressionando Legislativo e Executivo

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A diretoria da Sedufsm está divulgando uma nota pública em que repudia os cortes orçamentários a que foram submetidas as universidades, com destaque para a UFSM. A instituição, conforme publicamos nesta terça-feira, terá 11,2 milhões de reais a menos em sua verba anual, medida resultante de alterações feitas pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, que redistribuiu os recursos para emendas parlamentares.

No entendimento da seção sindical, educação e ciência “não podem ser tratadas como variáveis de ajuste fiscal em disputas orçamentárias”. O documento publicado abaixo frisa ainda que a “seção sindical seguirá mobilizada e em pressão permanente sobre o Executivo e o Legislativo”, na busca de reversão desses cortes.

Confira a íntegra da nota a seguir:

“Nota de repúdio aos cortes orçamentários

A seção sindical dos/as docentes da UFSM (Sedufsm) manifesta seu veemente repúdio aos cortes orçamentários impostos às Universidades e Institutos Federais pelo Congresso Nacional para o exercício de 2026. A manobra parlamentar, que desconsiderou a proposta original do Governo Federal, retira recursos vitais da educação superior e das áreas de ciência e tecnologia, aprofundando a crise de financiamento das instituições públicas.

Na UFSM, os impactos dessas decisões políticas são alarmantes, atingindo diretamente a manutenção do campus e a permanência estudantil. A redução de verbas no CNPq, no FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e a falta de recomposição inflacionária das bolsas da Capes estrangulam a pesquisa científica e a pós-graduação. Tal cenário evidencia uma priorização de emendas parlamentares e interesses particulares em detrimento do desenvolvimento soberano do país, de suas políticas públicas em educação e da formação de novos pesquisadores e pesquisadoras.

A Sedufsm reitera que a educação e a ciência não podem ser tratadas como variáveis de ajuste fiscal em disputas orçamentárias. A seção sindical seguirá mobilizada e em pressão permanente sobre o Executivo e o Legislativo, defendendo que o investimento nas universidades públicas é o único caminho para garantir a justiça social e o futuro do Brasil. Cortar verbas da educação é um ataque direto à sociedade e à autonomia universitária.

Santa Maria, 7 de janeiro de 2025.

Diretoria da Sedufsm- Gestão ‘Renova Sedufsm’.

 

Arte: Italo de Paula
Edição: Fritz R. Nunes
Assessoria de imprensa da Sedufsm

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