50 anos do álbum “The Dark Side of the Moon” do Pink Floyd SVG: calendario Publicada em 06/10/23
SVG: atualizacao Atualizada em 06/10/23 15h58m
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O professor Clayton Hillig fala com entusiasmo e conhecimento técnico do álbum lançado em 1973.

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A dica desta sexta-feira (06 de outubro) é do professor do departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM, Clayton Hillig, que convida a todos/as a ouvirem o álbum do Pink Floyd, “Dark Side of the Moon”, lançado em 1º de março de 1973, que marca uma nova fase da banda, com letras mais pessoais. Para ele, no álbum “Waters propõe falar das coisas da vida: tempo (Time), dinheiro (Money) e morte (The Great Gig in The Sky), faixas maravilhosas do disco, com letras profundas e melodias tristes e alucinantes.”

Confira a indicação do docente abaixo

The Dark Side of the Moon: A vida não é um ensaio.

O disco do Pink Floyd, que completou cinquenta anos, está entre os mais vendidos do mundo, 45 milhões de cópias, e ocupa o segundo lugar na lista de 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. O álbum é um clássico, conhecido por Prisma, devido à ilustração da capa, criada pelo designer Storm Thorgerson.

Desde a saída de Sid Barret, em 1968, o Pink Floyd passa por uma transição do rock psicodélico para o rock progressivo. Sob a liderança de Roger Waters e a guitarra de David Gilmour, a banda se recria e, embora lance em 1970, o álbum Atom Heart Mother, aquele da vaca na capa, a banda grava separada e ainda não encontra o seu grande rumo.

Para o The Dark Side of The Moon, Waters propõe falar das coisas da vida: tempo (Time), dinheiro (Money) e morte (The Great Gig in The Sky), faixas maravilhosas do disco, com letras profundas e melodias tristes e alucinantes. Para isso, Waters propõe, como o enredo para criação das músicas: “a vida não é um ensaio”, e apresenta as músicas ao vivo antes de ir para o estúdio

As influências de Barret marcam a trajetória do Pink Floyd, a música The Great Gig é uma homenagem a ele, com um vocal magnifico de Claire Torry, gravado no primeiro take.

A presença de Alan Parsons como engenheiro de som é fundamental na composição sonora do disco, numa época de som analógico e com arranjos sonoros extremamente complexos, com máquinas registradoras e relógios compondo as músicas.

Bem, não adianta apenas falar. Aconselho ouvir o disco do início ao fim, de preferência em vinil, para abrir e ler o encarte, pois o disco é magnífico. Para saber mais sobre o Pink, leia o livro “Inside Out”, que está sendo relançado nos 50 anos do Prisma, escrito pelo baterista de todas as formações da banda, Nick Mason.”


O álbum completo pode ser conferido no canal do Pink Floyd no Youtube.

Clayton Hillig
Professor do departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM.
Vocalista da banda ‘Flush’.

           

Texto: Cadiani Lanes Garcez (estagiária de jornalismo)
Edição: Fritz R. Nunes (jornalista)
Imagem: divulgação e arquivo pessoal
Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

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