Luta contra o fator previdenciário e pela correção do IR SVG: calendario Publicada em 11/11/13
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Mobilização acontece nesta terça, 12 e integra ‘Dia Nacional de Luta’

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As centrais sindicais de todo o país estão convocando um ‘Dia Nacional de Luta’ que pede o fim do fator previdenciário e ainda cobra a correção da tabela de Imposto de Renda - defasada desde 1995. Nesta terça-feira, 12, estão previstas manifestações em frente às sedes do INSS. A CSP-Conlutas também se integrará à data cuja reivindicação é uma das principais campanhas encabeçadas pela Central em suas marchas, atos e mobilizações.

O Fator Previdenciário leva em conta a idade do trabalhador que pretende se aposentar, o tempo de contribuição e a expectativa de vida. Quanto menor a idade da pessoa ao se aposentar, menor será o valor do benefício. A CSP-Conlutas entende que essa lógica prejudica diretamente os trabalhadores que iniciaram sua atividade profissional cedo, na maioria dos casos, jovens de baixa renda.

A fórmula foi criada no governo de Fernando Henrique Cardoso e continuou sendo aplicada pelos governos de Lula e Dilma. A prática ataca os trabalhadores que amargam perdas salariais de ao menos 40% quando se aposentam. “Por esse motivo, a CSP-Conlutas quer a extinção do fator, e que nenhum novo redutor de direitos aos aposentados seja posto em seu lugar”, informa o membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o “Mancha”.

Dia de luta também cobra correção da tabela de Imposto de Renda. A tabela de Imposto de Renda está defasada desde 1995 em mais de 70%. Esta defasagem reduziu o limite de isenção do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), fazendo com que trabalhadores/as com rendas mais baixas passassem a ser tributados e os descontos de IR sejam altíssimos para todos.

De acordo com a CSP-Conlutas, o governo continua dando isenção para grandes empresas e fechando os olhos à sonegação de grandes empresários, esse motivo é mais uma prova da necessidade de um reajuste no índice da tabela. O trabalhador que conquista um aumento de salário nas campanhas salariais tem seu dinheiro corroído pelo imposto, assim, de fato, devolvendo o benefício do aumento ao governo.

Segundo Luiz Carlos Prates “é importante a participação da CSP-Conlutas no dia de mobilização para levar a diante a pauta de reivindicações de junho e agosto da Central que até agora não foi atendida pelo governo Dilma que se mostra insensível à pauta dos trabalhadores”, destaca.

Fonte e ilustração: CSP-Conlutas
Edição: Carina Carvalho (estagiária) e Fritz Nunes (Jornalista)
Assessoria de Imprensa da  Sedufsm

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