Nota da Sedufsm sobre o segundo turno das eleições presidenciais SVG: calendario Publicada em 10/10/22
SVG: atualizacao Atualizada em 10/10/22 16h55m
SVG: views 764 Visualizações

Texto da diretoria foi elaborado a partir de deliberação da assembleia geral docente

Alt da imagem

Na última sexta, 7 de outubro, a assembleia docente da Sedufsm referendou a posição da diretoria do ANDES-Sindicato Nacional de apontar voto em Lula para derrotar o atual presidente, Jair Bolsonaro. A partir do que foi aprovado na plenária, a diretoria da Sedufsm elaborou uma nota pública sobre o tema. Acompanhe a íntegra, abaixo.


“Nota da SEDUFSM sobre o segundo turno das eleições

Os/as docentes filiados/as à SEDUFSM (Seção Sindical dos/as Docentes da UFSM), reunidos em assembleia geral no dia 07 de outubro de 2022, referendaram a posição da diretoria do ANDES-SN de “Votar em Lula para derrotar Bolsonaro nas ruas e nas urnas!” divulgada na Circular nº 363/2022.

A plenária entendeu que a SEDUFSM, coerente com sua luta histórica em defesa da democracia, da universidade pública e dos direitos da categoria docente e diante da grave situação que o país enfrenta, deve se posicionar e reafirmar a insígnia “Votar em Lula para derrotar Bolsonaro nas ruas e nas urnas!” definida pelo nosso Sindicato Nacional.

Desde o início do governo, as universidades públicas representam um dos alvos de Bolsonaro. Dos cortes orçamentários (que precarizam todas as atividades das instituições e ameaçam o futuro da juventude), à difamação e perseguição a docentes até ao negacionismo na pandemia da COVID-19. Soma-se a isso a nomeação de interventores para as Reitorias, desrespeitando a escolha das comunidades universitárias, a não reposição salarial dos/as servidores/as públicos federais, a extinção de cargos públicos, a precarização e destruição dos serviços públicos, a PEC 32 da reforma administrativa (que pode retornar à Câmara dos/as Deputados/as ainda esse ano e que retira direitos dos servidores/as e acaba com os serviços públicos) e a destruição do sistema de ciência e tecnologia.

No entanto, a política destruidora desse governo não se restringe às universidades públicas, mas ao conjunto dos trabalhadores e das trabalhadoras, a exemplo das privatizações, das reformas que retiram direitos do povo trabalhador (como a reforma da Previdência), da degradação das condições de vida, do desemprego e da fome, da violência, da destruição dos biomas brasileiros, dos ataques machistas, racistas, xenofóbicos, capacitistas e LGBTQIAP+fóbicos, além das mais de 686 mil mortes por COVID-19. Por isso, afirmamos: É preciso acabar com esse governo!

Nesse sentido, a SEDUFSM posiciona-se pelo voto em Lula no segundo turno das eleições, reconhecendo que acabar com o governo Bolsonaro é tarefa imediata de todos os setores comprometidos com a luta em defesa da democracia, dos serviços públicos, dos direitos dos/as trabalhadores/as e da educação pública.

Antes de Bolsonaro acabar com as universidades públicas, vamos acabar com esse governo!

Em defesa da democracia, dos serviços públicos, dos direitos da categoria docente e da universidade pública!

Votar em Lula para derrotar Bolsonaro nas ruas e nas urnas!”.

 

Arte: Italo de Paula
Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm)

SVG: camera Galeria de fotos na notícia

Carregando...

SVG: jornal Notícias Relacionadas

Vem aí a primeira edição do 'Sextou na Sedufsm'

SVG: calendario 13/03/2026
SVG: tag Sedufsm
Evento ocorre na Casa Clóvis Guterres, em Camobi, a partir das 17h30

Senado aprova projeto que acaba com lista tríplice para eleição a reitorias

SVG: calendario 11/03/2026
SVG: tag Sedufsm
Presidente da Sedufsm destaca avanço da medida, que garante na prática o respeito à autonomia universitária

Sedufsm debate impacto de gênero e raça na carreira docente

SVG: calendario 10/03/2026
SVG: tag Sedufsm
Terceira edição do “Universidade que Queremos” ocorre dia 31 de março, na UFSM, com participação das professoras Fernanda Staniscuaski (UFRGS) e Ana Luisa Araujo de Oliveira (Univasf)

Veja todas as notícias