Protesto ocupa praças e ruas centrais contra anistia a golpistas SVG: calendario Publicada em 11/12/24
SVG: atualizacao Atualizada em 11/12/24 11h30m
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Sedufsm, junto com outros sindicatos e movimentos, participou de manifestação nesta terça, 10 de dezembro

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Vice-presidenta da Sedufsm, Liane Weber, discursou contra a anistia a golpistas

No final da tarde desta terça, 10 de dezembro, sindicatos, movimentos sociais, movimento estudantil, representações de partidos políticos e de centrais sindicais, ocuparam a praça Saldanha Marinho, e depois saíram em caminhada pelas ruas centrais de Santa Maria, no Dia Internacional dos Direitos Humanos.

A pauta central da manifestação foi o repúdio ao projeto de lei 1685/23, que pretende anistiar aqueles e aquelas que participaram da tentativa de golpe contras as instituições democráticas, no dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Contudo, outras pautas foram expressadas em faixas e cartazes, como por exemplo, o fim da escala de trabalho 6x1.

A Sedufsm participou do ato público com a presença de integrantes da diretoria, do Conselho de Representantes e de professoras e professores da base sindical. Liane Weber, vice-presidenta da entidade, fez uma intervenção ao microfone do carro de som. Para ela, é importante fortalecer um movimento que era de todos os trabalhadores e trabalhadoras. “Temos que fincar os pés e não deixarmos que seja esquecido o que aconteceu na história recente da democracia deste país”, disse.

A participação do sindicato docente, conforme Liane, também está relacionada com a campanha em andamento, cujo título é “Seja Sedufsm. Transforme o mundo”. Esse mote, segundo a vice-presidenta, indica que a entidade precisa estar presente no dia a dia, defendendo as principais pautas de luta de trabalhadoras e trabalhadores. E não é diferente com a defesa da democracia. Liane Weber encerrou sua manifestação exclamando: “Não vamos arredar. Anistia, nunca mais!”.

Diversas entidades e movimentos se manifestaram contra a anistia, pedindo a prisão de Jair Bolsonaro e de lideranças militares, acusados de participar da trama de um golpe e de um plano de assassinato a autoridades importantes, como o presidente Lula e seu vice, Geraldo Alckmin, além do ministro do STF, Alexandre de Morais.

Após as falas ao microfone, as e os manifestantes se organizaram para a marcha, que iniciou na praça Saldanha Marinho, depois descendo pelo Calçadão da rua Doutor Bozano. Entoando palavras de ordem como “Sem anistia e sem perdão. Eu quero ver o Bolsonaro na prisão”, a caminhada encerrou já no início da noite, na praça Saturnino de Brito.

 

Texto e fotos: Fritz R. Nunes
Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

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