ANDES-SN faz levantamento sobre implementação de protocolo contra discriminação e violência SVG: calendario Publicada em 21/07/26
SVG: atualizacao Atualizada em 21/07/26 14h59m
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Diretoria da Sedufsm reforça que combate à violência nas universidades é trabalho coletivo; seções do ANDES têm até 26 de agosto para enviarem dados ao levantamento

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O ANDES-SN iniciou um levantamento sobre a implementação do “Protocolo de combate, prevenção, enfrentamento e apuração de assédio moral e sexual, racismo, Lgbtfobia e qualquer discriminação e violência”, nas universidades, institutos federais e cefets. A solicitação foi encaminhada às seções sindicais, através da Circular nº 268/2026., ainda no começo deste mês de julho. 

O documento foi elaborado pela entidade e aprovado no 43º Congresso do Sindicato Nacional, realizado em 2025. O material tem como objetivo, entre outras as ações, fortalecer as ações de prevenção, enfrentamento e apuração do aumento da violência contra mulheres, meninas e menines. Na carta de apresentação do protocolo, a diretoria do ANDES-SN orienta: "Este Protocolo serve como referência para que as Seções Sindicais e demais atores da comunidade acadêmica apresentem e reivindiquem a implementação dessas medidas em suas respectivas instituições".

Por meio do levantamento, a entidade pede que as seções sindicais informem se já apresentaram a proposta de protocolo às administrações das instituições e/ou se já existe alguma política institucional em curso que dialogue com a proposta. Solicita, também, informações sobre presença de militares ou de políticas a partir da militarização, sob a justificativa de garantir a segurança nas universidades, nos IFs e nos cefets. Os dados devem ser encaminhados até o dia 26 de agosto, por meio do formulário online (acesse aqui). 

O levantamento da implementação do protocolo é resultado de deliberação do 69º Conad, realizado entre os dias 3 e 5 de julho deste ano, em São Luís (MA). Na atualização do plano de lutas geral, a categoria aprovou resolução para que o Sindicato Nacional e as seções sindicais intensifiquem as cobranças às administrações das Universidades, IFs e cefets por medidas que evitem feminicídios, agressões e qualquer tipo de violência contra trabalhadoras. A decisão também trata de investimentos em espaços formativos e da garantia de acolhimento às vítimas, preservando a autonomia universitária e a não militarização dos espaços das instituições.

A diretora da Sedufsm e integrante do Grupo de Trabalho de Política de Classe para as Questões Étnico-Raciais de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS do ANDES-SN), informa que o protocolo era uma demanda pautada pelo GT e, agora, é possível verificar, com o levantamento dos dados, como tem sido a aplicação das medidas. "Sabemos que a luta por um ambiente acadêmico seguro, inclusivo, respeitoso, é uma luta coletiva, tanto do ANDES como, especificamente, do GTPCEGDS. Nesse sentido, apoiamos integralmente essa iniciativa de participar desse levantamento para podermos, assim, garantirmos que seja preservado o acolhimento às vítimas e realizado o combate a todo tipo de violência institucional", ressalta a diretora da Sedufsm.

Acesse aqui o “Protocolo de combate, prevenção, enfrentamento e apuração de assédio moral e sexual, racismo, Lgbtfobia e qualquer discriminação e violência”.

 

Fonte: ANDES-SN

Edição: Nathália Costa

Imagem: ANDES-SN

 

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