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21/01/2020   21/01/2020 15h58 | A+ A- | 250 visualizações

Clovis Guterres fala sobre origem da Sedufsm e a atualidade

Primeiro presidente após a fundação do sindicato concedeu entrevista


Clovis Guterres, professor aposentado do Centro de Educação da UFSM e que presidiu a Sedufsm

Ele foi o presidente da primeira diretoria da Sedufsm, eleita provisoriamente, após a fundação, em 7 de novembro de 1989. Cumpriu um mandato de seis meses e depois passou o bastão para a presidente eleita a um mandato de dois anos, professora Berenice Corsetti. Apesar de ter ficado como presidente por apenas seis meses, Clovis Guterres foi um dos principais nomes para a estruturação do sindicato, especialmente pela experiência de atuação que já tinha na Associação dos Professores. Na Apusm, ele cumpriu um mandato de dois anos, entre os anos de 1985 e 1986. E foi para falar um pouco sobre como iniciar uma entidade do zero, sem recursos, sem infraestrutura, que Clovis Guterres, hoje já aposentado, concedeu uma entrevista em vídeo para a assessoria de imprensa da Sedufsm.

Guterres falou sobre os desafios do movimento docente, mesmo antes da existência do sindicato, com um trabalho de base que começa muitos anos antes, com a criação da Apusm, dirigida pelo professor Noli Brum de Lima. Destacou ainda o papel histórico do professor Sérgio Pires, de sua então esposa, Cecilia Pires, que vieram do Movimento Universitário de Santa Maria (Musm) para dar importante contribuição ao processo de politização da categoria docente na universidade.

Segundo o primeiro presidente da Sedufsm, o período que antecedeu à criação da seção sindical foi de grande mobilização na UFSM. Ele cita o processo democrático que culminou na primeira eleição direta de um reitor, no caso, o professor Gilberto Aquino Benetti, em 1985. Ao mesmo tempo, frisou os desafios daquela conjuntura, devido aos pontos de vista divergentes na instituição, que renderam grandes polêmicas e fraturas políticas internas, como foi o caso da famosa assembleia universitária de 1986, no ginásio da Educação Física, que aprovou greve na instituição. Essa pauta foi ao Conselho Universitário, no qual o reitor Benetti deu voto de minerva em favor da greve, gerando polêmica e divisão na instituição.

Clovis Guterres fecha a entrevista falando também sobre a conjuntura atual e a necessidade de conscientização do professorado perante as atitudes autoritárias do governo Bolsonaro.

Acompanhe a seguir o vídeo com a íntegra da entrevista:

Texto: Fritz R. Nunes

Imagem: Rafael Balbueno

Assessoria de imprensa da Sedufsm



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