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21/01/2021   21/01/21 09h16 | A+ A- | 288 visualizações

Assembleia da Sedufsm elege novo conselho fiscal

Mandato dos seis novos conselheiros se estende ao longo de 2021


Registro da plenária ocorrida na tarde desta quarta, 20

Em assembleia docente ocorrida na tarde de quarta, 20, através do ‘Google meet’, foi eleito o novo Conselho Fiscal da Sedufsm, que terá mandato de um ano, conforme prevê o regimento da seção sindical. Segundo a presidenta da Sedufsm, professora Laura Regina da Fonseca, a escolha de novos nomes foi importante, pois o mandato dos membros do antigo Conselho encerrara ainda em 2020. Outros pontos também foram discutidos e destacaremos logo mais, abaixo.

No total, seis membros, sendo três titulares e três suplentes, integram o novo Conselho Fiscal. Após a apresentação dos nomes dos (das) docentes que haviam disponibilizado antecipadamente seus nomes, e que foi feita pela diretora, Liane Weber, procedeu-se  a uma votação para definir os titulares e os suplentes. O resultado da composição do Conselho Fiscal da Sedufsm de 2021 ficou o seguinte:

Titulares

Professora Luciana Menezes Carvalho (Comunicação Social/campus de Frederico Westphalen);

Professor Wilton Orlando Trapp (aposentado do Centro de Educação);

- Professor Fabiano Oliveira Fortes (Engenharia Florestal/CCR)

Suplentes

- Professor Antonio Carlos Freitas Vale de Lemos (aposentado do CCSH);

 - Professora Eliana Mourgues Cogoy (Serviço Social-CCSH)

- Professora Simone de Freitas da Silva Gallina (Centro de Educação).

Informes

Um dos pontos da assembleia desta quarta se referiu aos “informes”. Nesse item, que foi o primeiro a ser tratado, a tesoureira-geral, professora Liane Weber, relatou a negociação exitosa com a Unimed no que se refere ao reajuste do contrato. Após a apresentação da proposta, por parte da cooperativa médica, de um reajuste de 20%, a atual diretoria conseguiu reverter esse percentual, e o índice ficou em 3%.

A presidenta da Sedufsm, professora Laura Fonseca, fez um relato sobre a mais recente reunião dos setores do ANDES-SN, incluindo o das Federais (IFEs), ocorrida em 8 de dezembro. Segundo a dirigente, há quase um consenso entre as seções sindicais sobre a necessidade de construir um movimento para resistir aos diversos ataques governamentais, especialmente aqueles que minimizam a pandemia e precarizam o trabalho. Laura enfatizou que uma nova reunião dos setores está marcada para o dia 6 de fevereiro, e que, até lá, a Sedufsm terá que convocar nova assembleia.

Um outro informe foi dado pela professora Neila Baldi, diretora da Comunicação. Ela informou que, na última segunda (18), diretores da Sedufsm realizaram a primeira reunião virtual com o reitor e o vice da UFSM, professores Paulo Burmann e Luciano Schuch. Na pauta, destacou ela, a questão do calendário acadêmico, férias de 45 dias, ensino remoto e sede da seção sindical no campus.

Leonardo Botega, também da diretoria de comunicação do sindicato, explicou sobre como estão pensando a questão dos grupos de trabalho (GTs) da seção sindical. Conforme o docente, a ideia é reordenar os GTs, na medida em que alguns funcionam muito bem, enquanto outros não estão ativos. Botega informou ainda que, nas próximas semanas, a diretoria estará chamando uma primeira reunião com o Conselho de Representantes da entidade.

O professor Adriano Figueiró (Geociências), da base da Sedufsm, pediu um espaço para informe, que lhe foi concedido. Integrante do Coletivo Edmundo Fernandes, Figueiró destacou que o grupo político ao qual pertence elaborou, ainda no final de dezembro, um manifesto sobre os 60 anos da UFSM, no qual abordava a importância da luta de professoras e professores na consolidação da instituição de ensino. Entretanto, no entendimento do professor, a atual diretoria da Sedufsm “censurou” o coletivo ao não publicar o manifesto.

Após a fala do professor João Carlos Gilli Martins, que reforçou a afirmação de que teria havido censura, a secretária-geral, professora Márcia Morschbacher, respondeu as críticas. Para ela, falando em nome da diretoria, era importante esclarecer que a não publicação do texto não tinha relação com censura. Segundo ela, existem múltiplos coletivos políticos na universidade, citando, além do Edmundo Fernandes, o Renova Andes. Na visão da atual diretoria, expressou Márcia, os espaços de comunicação do sindicato devem servir ao institucional e não a coletivos de forma individualizada. Esses coletivos devem ter seus espaços próprios de divulgação, frisou ela.

Debate de conjuntura e plano de lutas

Já no início da plenária houve uma proposta de inclusão de ponto de pauta. A professora Maristela Souza (CEFD), que também integra o Coletivo Edmundo Fernandes, solicitou que pudesse ser debatido na assembleia um plano de lutas a partir de uma análise de conjuntura. A proposição de Maristela foi aceita e a análise da conjuntura foi repassada ao professor Gilli Martins. Depois de uma discordância sobre o tempo para fazer essa análise, com a decisão majoritária da plenária, ficou estabelecido 5 minutos para a intervenção de Gilli.

Na análise, o docente, que é aposentado do departamento de Matemática, destacou a postura negacionista do presidente Jair Bolsonaro, que estaria levando o Brasil a um caos sanitário, político, econômico e social, e que somente uma saída fora dos acordos institucionais, com a participação da classe trabalhadora, pode rechaçar um governo qualificado por Gilli como “genocida”.

O professor Adriano Figueiró usou a palavra e criticou tanto a posição do ANDES-SN como a da Sedufsm. Para ele, diante do quadro conjuntural, as diretorias desses sindicatos, que assumiram recentemente, no início de dezembro, teriam agido pouco para construir ações de resistência. Figueiró sugeriu que seria urgente realizar uma assembleia, e propôs já na próxima semana, para organizar um calendário que contemple um plano de lutas.

Leonardo Botega, diretor da Sedufsm, avaliou que não há discordância sobre a conceituação do governo Bolsonaro, qualificado por ele como “uma soma de todos os fundamentalismos”. No entanto, avaliou o professor, para que se tenha efetividade seria preciso realizar uma assembleia, com pauta específica, respeitando as posições de cada coletivo, mas visando ao objetivo maior, que é de pautar ações de resistência à política bolsonarista.

Houve consenso sobre a necessidade de uma assembleia, mas não sobre a data. Para a diretoria da Sedufsm, a melhor data seria 2 de fevereiro, em função do excesso de demandas acadêmicas no final de semestre. Entretanto, a proposta vencedora para a data da assembleia foi a do dia 28 de janeiro, quinta da próxima semana, em horário ainda a ser definido.

Ao final da primeira plenária da atual diretoria, a presidenta, professora Laura Fonseca, agradeceu a colaboração de todas e todos e enfatizou que a Sedufsm continuará sendo um espaço democrático, plural, tratando com muito respeito professoras e professores.

 

Texto e imagens (prints): Fritz R. Nunes

Assessoria de imprensa da Sedufsm

 

 



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